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TÍTULO DA PESQUISA

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: PROPOSTA PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

PERÍODO:

2016 - 2018

LINHA DE PESQUISA

Educação Inclusiva e Processos Educacionais

GRUPO(S) DE PESQUISA

Educação Inclusiva

FINANCIAMENTO(S)

CNPQ BOLSA DE PRODUTIVIDADE PQ 1D (2016-2020) PROCIENCIA (2014-2017) IC UERJ/ CNPQ ( 2016-2018)

A atual proposta dá continuidade ao projeto de pesquisa iniciado em 2013 e em vias de finalização (NUNES, SCHIRMER, 2013), financiado pelo CNPq (Proc. 501388/2013-3) e pela FAPERJ (Proc. 102.319/2013). A proposta atual visa avaliar: a) os efeitos dos procedimentos de autoscopia na formação dos professores participantes do estudo anterior e b) os efeitos da proposta denominada de Salas Abertas, ou seja, a oferta de palestras e oficinas por esses professores a seus colegas professores de SRM nas regiões de suas CREs. Após a implementação da formação continuada sob forma de palestras, workshops, discussão de textos, apresentação de vídeos e demonstração de recursos de Comunicação Alternativa de alta e baixa tecnologia durante os anos de 2013 e 2014 , a partir de 2015, será introduzido o procedimento de autoscopia. Os professores participantes farão videogravações de sua própria atuação junto ao alunos nas SRM e/ou nas salas regulares e enviarão tais vídeos de trinta minutos de duração aproximadamente para as pesquisadoras analisarem-nos previamente e selecionarem as cenas contendo situações criticas. Após a seleção de tais cenas, os participantes e os agentes de intervenção se encontrarão para realizar sessões de autoscopia. Autoscopia diz respeito a uma ação na qual o eu se analisa em torno de uma finalidade, a partir de um objetivo específico. Ela envolve um procedimento de coleta de dados que registra por meio da videogravação a ação do sujeito e, em sequencia, coloca-o como avaliador de seu próprio desempenho. Assim, durante tais sessões, a apresentação dos vídeos para todos os participantes será igualmente filmada. Nesses encontros, que ocorrerão na Oficina Vivencial do IHA, o autor de cada vídeo é solicitado a avaliar seu próprio desempenho assim como o de seu aluno. Os demais professores e agentes de intervenção serão igualmente estimulados a comentar sobre o vídeo assistido e dar sugestões. Concomitantemente, estes professores, funcionando como multiplicadores de conhecimento, oferecerão curso de formação, em forma de palestras e/ou realização de oficinas para os colegas professores de SRM nas regiões de suas CRE. Esta fase é denominada de Salas Abertas. As sessões das Salas Abertas serão filmadas e transcritas para posterior análise do impacto que a formação causará nos profissionais presentes.

    

TÍTULO DA PESQUISA

A Formação Continuada de Professores das Salas de Recursos Multifuncionais do Rio de Janeiro em Tecnologia Assistiva

PERÍODO:

2013 - 2015

LINHA DE PESQUISA

Educação Inclusiva e Processos Educacionais

GRUPO(S) DE PESQUISA

Linguagem e comunicação da pessoa com deficiência

FINANCIAMENTO(S)

PROCIENCIA (2014-2017) IC UERJ /CNPQ (2014-2016 ) CNPQ BOLSA DE POS DOUTORADO P CAROLINA SCHIRMER FAPERJ CIENTISTA NOSSO ESTADO (2013 -2016)

Educadores e pesquisadores concordam que a perspectiva atual da inclusão dos alunos com deficiência exige o repensar da escola, de modo a proporcionar ensino de qualidade para todos os alunos, sem exceção. Para que isso ocorra, a formação de professores torna-se essencial nesse processo. No Rio de Janeiro, a Oficina Vivencial de Ajudas Técnicas para Ação Educativa, um serviço do Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA), órgão da Secretaria Municipal de Educação tem direcionado seu trabalho na formação continuada de professores e na busca de estratégias e recursos de Tecnologia Assistiva que facilitem a participação desses educandos especiais nas atividades escolares cotidianas. O projeto de pesquisa visa a implementação e a avaliação de um programa de formação continuada de professores da rede pública do ensino municipal para atuação nas Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) de Referência, as quais funcionarão como agentes multiplicadores das ações formativas da Oficinal Vivencial. Mais especificamente, esses professores serão ensinados a planejar, implementar e avaliar recursos e serviços da Tecnologia Assistiva nas áreas ligadas à escola como: comunicação alternativa e ampliada, acesso ao computador e atividades e materiais pedagógicos adaptados para atender alunos do ensino fundamental que apresentem severos comprometimentos em sua comunicação oral, como os alunos com paralisia cerebral, autismo e deficiência múltipla. Participarão do estudo vinte e dois professores de Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), selecionados pelas equipes ligadas às doze CREs (Coordenadoria Regional de Educação) do município, alunos sem fala articulada e/ou funcional acompanhados por esses professores das SRM, pesquisadoras da UERJ e a equipe de professores da Oficina Vivencial. O estudo será desenvolvido em quatro fases, a saber: na 1ª fase os professores das SRM de Referência preencherão questionários para coletar informações sobre o próprio perfil, seu conhecimento a respeito de deficiência, Tecnologia Assistiva (TA), e Comunicação Alternativa (CA) e suas atitudes quanto às possibilidades de comunicação dos alunos sem fala articulada assim como suas expectativas quanto à CA. Dados sobre o perfil dos alunos com deficiência atendidos e os recursos humano e material disponível para esse alunado no contexto escolar serão igualmente coletados. Na 2ª fase, será oferecido o curso de formação continuada de 44 horas de duração, durante seis meses com uma abordagem problematizadora para os professores das SRM . Na 3ª fase, os professores que receberam o curso de formação serão os multiplicadores de conhecimento, ou seja, eles oferecerão curso de formação para seus colegas professores de SRM nas regiões de suas CREs. Finalmente, na 4ª fase, serão realizadas sessões de observação três meses após o término do curso referido na terceira fase em uma amostra das SRM de Referência. Os questionários aplicados com os professores na primeira fase serão reaplicados com acréscimo de questões referentes à percepção dos professores quanto ao uso efetivo da TA e CA, seus benefícios e entraves.

    

TÍTULO DA PESQUISA

DE CONVERSA EM CONVERSA: DE CONVERSA EM CONVERSA: BATENDO PAPO COM ALUNOS SEM FALA

PERÍODO:

2012 - 2015

LINHA DE PESQUISA

Educação Inclusiva e Processos Educacionais

GRUPO(S) DE PESQUISA

Linguagem e comunicação da pessoa com deficiência

FINANCIAMENTO(S)

CNPQ PRODUTIVIDADE 2A (2011-2014) PROCIENCIA (2011-2014) BOLSA EXTENSAO (2013-2014) IC UERJ/ CNPQ (2014-2016)

O projeto foi delineado considerando-se as dificuldades de comunicação de alunos com paralisia cerebral sem fala articulada cuja presença é crescente nas escolas regulares, a falta de preparação de interlocutores que favoreçam trocas comunicativas com esta população e a necessidade de formar professores com habilidades de interagir com qualquer educando a despeito de suas dificuldades comunicativas. Os objetivos do estudo são: proceder a uma caracterização psicolinguística dos enunciados produzidos por alunos não oralizados, usuários de sistemas de Comunicação Alternativa, ao interagir com graduandos de Pedagogia; descrever e analisar as estratégias empregadas pelos graduandos para interagir com os alunos não oralizados; verificar junto aos futuros pedagogos os efeitos da observação do próprio desempenho nessas interações e do feedback fornecido por seus pares sobre sua performance, e proceder a uma análise da conversação dos graduandos com os usuários de Comunicação Alternativa. Participarão do estudo dez alunos de Pedagogia da Uerj e cinco alunos com paralisia cerebral, com idade variando entre 7 e 20 anos, que apresentem dificuldades severas de comunicação oral e sejam usuários ou potenciais usuários dos sistemas de Comunicação Alternativa. O estudo, a ser conduzido no Laboratório de Tecnologia Assistiva e Comunicação Alternativa do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uerj, envolverá seis fases nas quais os alunos não oralizados serão avaliados e se engajarão em conversas com os graduandos, fazendo narrativas sobre fotos e pequenos trechos de vídeo, assim como narrativas livres sobre eventos de sua vida passada e/ou de seus sonhos para um futuro próximo. Todas as sessões serão filmadas e utilizadas não apenas para coletar os dados, mas também para integrar um programa de formação visando preparar os graduandos a estabelecer conversação efetiva e significativa com os alunos sem fala.

    

TÍTULO DA PESQUISA

TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA A INCLUSÃO COMUNICATIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

PERÍODO:

2010 - 2013

LINHA DE PESQUISA

Educação Inclusiva e Processos Educacionais

GRUPO(S) DE PESQUISA

Linguagem e comunicação da pessoa com deficiência

FINANCIAMENTO(S)

FAPERJ EDITAL MELHORIA DA ESCOLA PUBLICA (2010-2012) PROCIENCIA (2008-2011 E 2011 -2014) CNPQ PRODUTIVIDADE 2A (2008-2011 E 2012 - 2015) IC UERJ/CNPQ (2012-2014)

Neste projeto, considera-se a proposta da educação inclusiva, segundo a qual todos os alunos devem receber atendimento educacional de qualidade nas escolas regulares, independentemente de suas deficiências. O projeto visa a implementação e a avaliação de um programa de formação continuada de professores que trabalham em sala de recursos multifuncional. Mais especificamente, esses professores serão ensinados a planejar, implementar e avaliar atividades pedagógicas adaptadas e materiais didáticos adaptados para atender alunos do ensino fundamental que apresentem severos comprometimentos em sua comunicação oral, como os alunos com paralisia cerebral, autismo e deficiência múltipla. Tais atividades e materiais terão como fundamentos os procedimentos e os recursos da Tecnologia Assistiva e Comunicação Alternativa e Ampliada.